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05/07/2018

Rodada de negociação específica com a Caixa dia 18 de julho


Representantes dos trabalhadores na mesa de negociação querem a garantia de todos os direitos até a assinatura de novo aditivo à CCT. Principais eixos são a defesa da Caixa 100% pública e a defesa da Funcef, do Saúde Caixa, e da ampliação de direitos


Confirmadas para dia 18 de julho a primeira rodada de negociação da mesa específica com a Caixa Econômica Federal com a Contec para a Campanha Nacional 2018 da categoria bancária, em São Paulo (SP). No último dia 13 de junho, os representantes dos trabalhadores entregaram a pauta de reivindicações à diretoria do banco.

 Na Caixa, os principais eixos da Campanha Nacional 2018 são ganho real no salários e verbas, a defesa do banco 100% público e a defesa da Funcef, do Saúde Caixa, e por ampliação de direitos. À defesa da Caixa 100% pública soma-se a luta por mais contratações e contra a precariedade das condições de trabalho, além da revogação da reforma trabalhista/lei da terceirização e contra a reforma da Previdência.

Nessa primeira reunião com a Caixa, uma das prioridades é a questão da assinatura do pré-acordo com a garantia de ultratividade, segundo o qual um acordo coletivo continuaria valendo até a sua renovação. Isto é necessário para que todos os direitos dos empregados, conquistados em décadas de luta, possam ser assegurados, já que o aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) vale até 31 de agosto (a data-base da categoria bancária é 1º de setembro).

O vice-presidente do Sindicato, Carlos Roberto Rodrigues, destaca que os representantes dos trabalhadores irão para a mesa imbuídos do propósito de arrancar a renovação do atual acordo. “Vamos trabalhar para isso. Esperamos contar com o bom senso e a boa vontade do banco para avançarmos neste ponto inicialmente. Depois, seguirmos nos demais itens da nossa pauta”, reforça.

Para o diretor Luiz Pereira, o momento é de buscar a união da categoria para frear a escala de retrocessos que o Governo tenta impor às empresas públicas. Por isso, é necessária a intensificação da mobilização e da demonstração de força por parte dos trabalhadores. 



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